Diz que não disse, escreveu e apagou

Francisco J. Viegas

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RT @TelegraphBooks: Poetry is now more popular than cricket. Literary fiction sales are plummeting, but poetry is booming. So how this happ…

Entrevista no ‘El Informador’, México. Me interesan los excluidos: los que no tienen dinero, los portugueses que regresaban de África y Asia, o la gente derrotada en la revolución, perdieron su vida. Es gente que no estaba en el sitio correcto. informador.mx/cultura/Un-bus…

No “O Globo”, peça de Louise Queiroga sobre o censor salazarista que se encantou por 'Dona Flor e seus dois maridos', de Jorge Amado oglobo.globo.com/cultura/o-cens…

No “O Globo”, peça de Louise Queiroga sobre o censor salazarista que se encantou por 'Dona Flor e seus dois maridos', de Jorge Amado. m.oglobo.globo.com/cultura/o-cens…

My week on Twitter 🎉: 231 Mentions, 54.2K Mention Reach, 2.25K Likes, 417 Retweets, 131 Replies. See yours with sumall.com/performancetwe… https://t.co/swyuzUbbSL

O sr. coronel Rodrigo de Freitas assinala a marosca: «...por não se achar registada a autorização da versão portuguesa...» Ou seja, a Censura e a PIDE sabem que o editor português (Europa-América) tem um problema de copyright, direitos, registos, etc. Mas relevam, os malandros.

A 1ª edição de ’A Náusea’ de Sartre, é de 1956; este relatório autoriza a 3.ª (1965) : «...por ser uma obra destacada deste filósofo de nomeada universal, a qual embora anão seja um paradigma de ideias límpidas e sãs, também não é absolutamente inconveniente...» Mas há marosca... https://t.co/dlhHbibzrc

Exemplo de duas coisas inatacáveis: o Padre António em Sendim — e a Gisele Bünchen no Brasil. Que merda está o Brasil.

RT @fjviegas: “Estruturalmente” vai ser uma das palavras do ano. twitter.com/dntwit/status/…

Olha, afinal o Brahimi não vai para o Wolverhampton, nem para o coiso, nem para o Valencia, nem para o coiso. Isto é um golpe, de certeza. Adiante, um problema de cada vez.